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Desastre ecológico de Mariana – MG

O KKL Brasil, sensibilizado com o desastre ambiental ocorrido no dia 5 de novembro de 2015, na cidade de Mariana, em Minhas Gerais, e no desejo de poder prestar alguma solidariedade a fauna e flora brasileira, deixa a disposição algumas matérias atuais sobre esta terrível cicatriz, que no próximo mês completa 1 ano.

 

O GLOBO . 18/10/2016
Por Marina Branco

 

Em novembro do ano passado, ocorreu o maior desastre ambiental da História do Brasil: na cidade de Mariana a barragem de Fundão, da mineradora Samarco, se rompeu, provocando o vazamento de 62 milhões de metros cúbicos de lama de rejeitos de minério, matando 19 pessoas, destruindo centenas de imóveis e deixando milhares de pessoas desabrigadas. O vazamento provocou também a poluição do Rio Doce e danos ambientais que se estenderam aos estados do Espírito Santo e da Bahia.

 

Foram afetadas 39 cidades e cerca de 11 toneladas de peixes foram mortos. Devido à extensa área atingida, a fauna e a flora do Rio Doce encontram-se em grande risco de extinção. De acordo com o pesquisador Marcos Freitas, em declaração ao jornal O Globo, serão necessários anos ou possivelmente décadas para a recuperação da bacia.
Após a tragédia, a secretaria de Meio Ambiente de Minas suspendeu a licença da Samarco para exercer qualquer atividade no município de Mariana, e o Ministério Público estadual iniciou as investigações para apurar as causas e encontrar os responsáveis pela tragédia. O Ministério Público realizou um acordo com a empresa, estipulando o pagamento de indenização mensal de um salário mínimo para cada família atingida pelo acidente, que ainda foi multada pelo Ibama e teve que pagar indenizações à União e aos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. O acordo previu o pagamento de mais de R$1 bilhão para reparar os danos provocados à cidade de Mariana, assim como também foram estabelecidas novas indenizações a outras cidades ou atividades diretamente afetadas.

 

No início deste ano, procuradores da União e representantes das procuradorias de Minas Gerais e do Espírito Santo protocolaram uma ação civil pública cobrando a criação de um fundo para reparar os danos causados pela ruptura das barragens. Após negociação ficou estabelecido que um fundo de R$ 20 bilhões será aplicado, ao longo de dez anos, em ações para recuperar a Bacia do Rio Doce.

 

Leia na íntegra: http://acervo.oglobo.globo.com/…/maior-desastre-ambiental-d…

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