Keren Kayemet LeIsrael - KKL Brasil


O que fazemos

Biodiversidade

Preservar, restaurar, disseminar

 

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Para o KKL, diversidade ecológica é uma questão importante, tanto que os métodos adotados para reflorestamento levam em conta o incentivo à preservação das espécies de cada região. Entre os projetos que fomentam a biodiversidade, destacam-se:

 

• Desenvolvimento de parques florestais sustentáveis e parques da biosfera

 

• Restauração de espécies ameaçadas, como o carvalho Tabor, ao seu habitat natural

 

• Desenvolvimento de parques e florestas com o objetivo de atender a uma ampla variedade de plantas e animais

 

• Preservação de espécies de nativas por meio de um banco de genes para as próximas gerações

 

• Proteção das piscinas sazonais de inverno, um habitat essencial para anfíbios, crustáceos e insetos

 

Por estarem intimamente ligados, o KKL entende que, assim como a biodiversidade, a diversidade cultural também precisa ser preservada.

 

Assim como a biodiversidade, a diversidade cultural também precisa ser preservada. Na verdade, em muitos casos, os dois tipos (de diversidade) estão intimamente ligados. Basta dizer que a Terra de Israel foi estabelecida por muitos povos diferentes, cada um com sua própria cultura e tradição, daí o KKL estar atento à preservação e restauração de restos de sociedades antigas, que inclui, entre outros pontos:

 

• Restauração e preservação do complexo de antigos terraços agrícolas e métodos de irrigação

 

• Preservação de árvores antigas veneradas por diversos grupos étnicos em Israel

 

 

Espírito próprio

 

Na visão do KKL, a floresta é mais do que um aglomerado de árvores, e sim um ecossistema complexo, que abriga uma infinidade de plantas e animais. A única certeza é a de que não existem duas florestas idênticas. Cada uma tem espírito próprio e biodiversidade única. Essa realidade remete à necessidade de se encontrar maneiras que prolonguem a geração atual das árvores e melhorem sua resistência, como forma de promover uma próxima geração capaz de aumentar a biodiversidade.

 

A bem da verdade, florestas e parques nunca fizeram parte da paisagem de Israel. Há menos de 100 anos, era uma terra desolada, sem sombra alguma. Esse quadro mudou radicalmente por meio de ações desenvolvidas pelo KKL, que plantou mais de 240 milhões de árvores, o que a levou a ser a responsável pela arborização do país, de acordo com convênio firmado com o Estado de Israel.

 

Ao investir em programas ambientais e ecológicos com a finalidade de combater terras degradadas e a desertificação, o KKL, direta e indiretamente, também é o responsável pelo aparecimento de aves, animais e insetos em suas florestas, bem como o do aparecimento de pequenas plantas.

 

O surgimento de aves de rapinas em áreas antes desertas, por exemplo, significa que esses locais também passaram a ser habitados por mamíferos, répteis e outras aves. Essa constatação permite saber que locais devem ser preservados, quais os compromissos que devem ser feitos com a natureza em benefício do desenvolvimento humano.

 

 

Aves migratórias

 

Com a aproximação do outono, milhões de aves migratórias se preparam para uma grande expedição ao Sul da Europa e África. Para elas, o Lago do Hula é uma “parada no meio do caminho”, para que possam descansar, reabastecer energias antes de continuar a viagem, em função da água abundante.

 

Quem visita o local nesta época do ano, pode observar mais de 500 milhões de aves de 390 espécies, que incluem aves de rapina, cegonhas, pelicanos e aves aquáticas, que passam por lá. É uma experiência inesquecível, que coloca as pessoas em contato direto com a natureza.

 

O Lago Hula, no centro do Vale Hula, na região da Galileia, foi restaurado pelo KKL na década de 1990, depois que a área foi drenada nos anos 1950 como forma de erradicar a malária e criar uma área para a agricultura. Mais recentemente, a necessidade de equilibrar a abordagem agrícola com o renascimento do ecossistema contribuiu para que o ecoturismo “explodisse” naquela região.

 

O KKL promove diversas ações na região, entre elas um safári noturno. Sob o manto da escuridão, o passeio permite observar o comportamento da fauna, que inclui morcegos, linces, chacais, javalis, corujas e outras aves de hábitos noturnos.

 

 

Monte Gilboa

 

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Localizada no centro de Israel, Gilboa é uma cadeia de morros isolados. Seu nome vem do hebraico “borbulhante”, por causa de uma abundante fonte local.

 

Em Gilboa, a flora é uma de suas grandes atrações, Na maior parte do ano, a montanha está coberta de “tapetes” de flores de várias cores e tonalidades, além de diversas plantas.  Podem ser encontrados lírios, íris, narciso, mandrágoras, anêmonas e cíclames. As orquídeas e o zumbido das abelhas também fazem parte do cenário. Também não se pode esquecer da imensa variedade de gramíneas, que oferecem potencial de pastejo. O pastoreio, além de atividade econômica, evita o crescimento descontrolado das gramíneas, evitando a destruição das flores.

 

Ao pé ou nas margens do Gilboa são encontradas gazelas, raposas, gatos selvagens, coelhos, porcos-espinho e pequenos roedores. Nas cavernas, a moradia pertence aos morcegos, enquanto que no sopé da colina podem ser avistados linces, texugos, doninhas, tartarugas, cobras e lagartos.

 

 

Experiência acumulada

 

A experiência acumulada  no desenvolvimento de parques e florestas como forma de erradicar a desertificação no país e,  por conseguinte, contribuir para a disseminação da biodiversidade, garante à Israel o título de autoridade profissional sobre questões ecológicas. Vários países por lá aportam em busca de conhecimentos que podem ser replicados. Além disso, o KKL tem realizado e participado de várias conferências internacionais sobre o assunto nos últimos anos.

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