Keren Kayemet LeIsrael - KKL Brasil


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Keren Kayemet LeIsrael (Fundo Nacional Judaico), ou simplesmente KKL, é uma organização fundada em 29 de dezembro de 1901 (9 Tevet 5562), no V Congresso Sionista, na Basileia. Por meio de doações, o objetivo inicial era adquirir terras como fator-chave para o retorno do povo judeu a sua terra. As primeiras compras de terras foram feitas na Baixa Galileia e na Judeia.

 

5´-congresso-sionistaDelegação do 5º Congresso Sionista

 

 

Os judeus começaram a contribuir com este Fundo, por meio da inscrição de seus entes queridos nos Livros de Honra. Esses livros constituem a maior compilação de nomes da história sionista, como, também, são testemunhos da existência de comunidades destruídas e dos sionistas ativos de todos os tempos.

 

Os recursos eram captados por meio da “Cofrinho Azul e Branco” , uma ideia de um funcionário do banco de Nadvorna, Galícia, que sugeriu que os funcionários de seu escritório recolhessem a contribuição para o KKL dessa maneira. O Cofrinho ainda existe e é encontrado nas residências e centros comunitários judaicos de todo o mundo. Por meio dele e graças à ajuda de 850 mil doadores espalhados em 50 países, o KKL trabalhou arduamente para transformar o sonho judeu em realidade.

 

Dez anos após a fundação, o KKL já demonstrava orgulho pelas terras que havia comprado, e pelo fato de que muitas já haviam sido pagas. Elas estavam presentes em uma cidade (Tel Aviv), numa comunidade (Kibbutz Deganva) e numa fazenda de treinamento (Moshav Kinneret). Também foram adquiridas terras para a implantação de escolas de ensino superior, como a Escola de Jerusalém Bezalel de Arte e Design, na segunda década, e a Universidade Hebraíca, na terceira década, Ainda neste período (primeira década), o KKL plantou sua primeira floresta, a Herzl Floresta, em Hulda.

 

Escola-de-arte-BezalelEscola de Arte e Design Bezalel

 

Mudança de rota

 

Aos poucos, o Fundo começou a se desviar da rota principal, a compra de terrenos, e passou a investir em outros empreendimentos, especialmente ligados à educação e de absorção de imigrantes. Houve muitas críticas e o KKL teve de explicar que a mudança representava um reforço dos objetivos, a fixação do homem judeu em Israel. Ou seja, para desenvolver a Terra de Israel era preciso mobilizar recursos materiais, humanos, tecnológicos e financeiros.

 

O tempo revelou que a alteração do posicionamento do KKL estava certa. Tanto que a organização hoje se destaca na liderança do desenvolvimento de projetos que buscam um meio ambiente melhor e mais saudável, bem como na promoção, o respeito e a apreciação do legado cultural do Estado de Israel.

 

atividades-educacionais

 

A verdade é que em mais de 110 anos de história, o KKL adaptou suas prioridades de acordo com as necessidades de cada época. Da energia dispendida na aquisição de terras e na transformação de pântanos e desertos em campos férteis, bosques e lugares para o desenvolvimento comunitário e industrial, nasceu a inspiração para transformar a educação em um ideal sempre vivo. Com isso, conseguiu se destacar no movimento em prol de um Israel com maior orientação ambiental e de ser, também, a maior organização não governamental daquele país a ser reconhecida pela Organização das Nações Unidas.

3 Comentários

  1. Luiz Alberto Dantas Machado disse:

    Que história de fé e obediência às escrituras Sagradas!
    Parabéns, pois o Etreno continuará a erguer suas mãos!

  2. Maravilhosa iniciativa.
    Estarei participando do reflorestamento…. Que bom poder participar deste momento!

  3. João Moreira disse:

    Sou um entusiasta deste cofrinho, e peço-lhes que enviem mais deles para o comitê Israelita do Amapá, aos cuidados do nosso ilustre presidente Samuel Hilel Benchaia. Muito obrigado por suas ações positivas para com Israel e o judaísmo. Amo-os de todo o meu coração, saude e paz.

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